Procurar uma maquininha sem aluguel é, hoje, o caminho mais comum para quem está começando ou quer cortar custos fixos. Em vez de pagar uma mensalidade pelo aparelho, você compra a maquininha uma única vez (ou ganha em promoções) e depois só paga as taxas sobre cada venda. Isso muda completamente a conta do pequeno negócio: sem aluguel, não existe aquela cobrança que aparece no fim do mês mesmo quando você vendeu pouco. Neste guia explicamos como avaliar essas opções e indicamos as marcas que mais valem a pena.
Como avaliamos
Maquininha "sem aluguel" não significa "de graça". O custo real está em três pontos que você precisa olhar juntos:
- Preço do aparelho: quanto custa comprar a máquina (à vista ou parcelado). Em geral é um valor único e baixo.
- Taxas por venda (MDR): a porcentagem que a maquininha desconta de cada transação. Costuma variar conforme a forma de pagamento — débito, crédito à vista ou crédito parcelado.
- Prazo de recebimento: quando o dinheiro cai na sua conta. Pode ser na hora (D+0), em 1 dia útil (D+1) ou só em 30 dias, dependendo do plano.
A lógica é simples: como você não paga aluguel, a empresa precisa ganhar nas taxas. Por isso, comparar só o preço do aparelho é um erro — uma máquina "baratinha" com taxa alta pode custar mais caro no fim do mês do que uma com taxa enxuta. Vale também entender a taxa de débito, normalmente a menor de todas e a mais frequente em muitos comércios.
Ranking
Ton — feita para quem não quer mensalidade
A Ton, marca da Stone voltada ao pequeno empreendedor, é uma das referências quando o assunto é maquininha sem aluguel. O modelo é claro: você compra o aparelho e paga só as taxas. Para quem fatura pouco e quer previsibilidade, é uma escolha segura. O contraponto honesto: o recebimento mais rápido costuma ter custo adicional, então confira o plano antes de fechar. Veja nossa análise completa da Ton.
InfinitePay — taxas competitivas e zero aluguel
A InfinitePay aposta em taxas agressivas e na ausência de mensalidade, com a possibilidade de usar o celular como maquininha (tap on phone) em alguns casos. É forte para quem quer pagar pouco por venda. O ponto de atenção é o suporte, majoritariamente digital — não há agente presencial como em algumas concorrentes. Compare na nossa review da InfinitePay e, se estiver em dúvida, no comparativo InfinitePay vs Ton.
Mercado Pago — sem aluguel e integrada ao ecossistema
A maquininha do Mercado Pago não cobra aluguel e se integra à conta digital e às vendas online de quem já usa o Mercado Livre. É prática para negócios que misturam loja física e digital. Em compensação, as taxas de parcelado longo podem pesar — vale simular antes. Detalhes na review do Mercado Pago.
Tabela resumo
| Marca | Aluguel | Destaque | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| Ton | Não | Modelo simples, sem mensalidade | Recebimento rápido pode ter custo |
| InfinitePay | Não | Taxas competitivas, tap on phone | Suporte só digital |
| Mercado Pago | Não | Integração com conta e vendas online | Parcelado longo mais caro |
Conclusão
Maquininha sem aluguel é a melhor pedida para quem está começando, vende em volume irregular ou simplesmente não quer um custo fixo todo mês. Entre as opções, Ton brilha pela simplicidade, InfinitePay pelas taxas e Mercado Pago pela integração com o mundo digital. Antes de decidir, faça a conta com o seu volume real de vendas e o seu mix de débito, crédito e parcelado — é isso que define o custo verdadeiro, não o preço da etiqueta. Se quiser ir além do critério "sem aluguel" e olhar custo total, vale conferir as maquininhas de menor taxa.